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Marinakis, proprietário do Forest, em processo por difamação contra o presidente do Aris

Reuters
Evangelos Marinakis, proprietário do Nottingham Forest
Evangelos Marinakis, proprietário do Nottingham ForestAction Images via Reuters / Andrew Couldridge
Evangelos Marinakis, magnata grego dos transportes marítimos e proprietário do Nottingham Forest, foi acusado esta quinta-feira de tentar viciar um jogo de futebol grego, no âmbito de um processo que moveu em Londres devido a uma alegada campanha de difamação no Reino Unido. O empresário helénico é acionista no Rio Ave.

Marinakis abriu este ano um processo por difamação contra Irini Karipidis, presidente do clube grego Aris, da Superliga, e outros, no Tribunal Superior de Londres.

Karipidis estaria por detrás de um site que continha alegações de que Marinakis estaria envolvido em jogos combinados, contrabando de droga e transporte de petróleo russo em violação das sanções, o que ele nega veementemente.

Os advogados de Marinakis afirmam que a campanha envolveu a colocação de um cartaz móvel nas imediações do campo do Nottingham Forest antes de dois jogos em 2023, direcionando as pessoas para o site da Internet.

Karipidis, no entanto, diz que tem "uma clara defesa da verdade" no processo por difamação. Pediu ao tribunal que anulasse a autorização concedida em maio para que a ação judicial fosse intentada contra ele fora de Inglaterra.

O advogado, Matthew Hodson, afirmou nos documentos do tribunal que Marinakis iniciou uma campanha contra Karipidis, depois de o seu irmão Theodoros se ter recusado a organizar um jogo entre o Aris e o Olympiacos, propriedade de Marinakis, em 2023.

Hodson disse no documento que durante o jogo, que terminou 2-2, Marinakis "ficou tão zangado que, segundo (Irini Karipidis), ameaçou que Theodoros 'não sairia vivo do campo' se o Olympiakos perdesse".

O advogado de Marinakis, David Sherborne, afirmou nos documentos do tribunal que a alegação tinha sido feita em audiência pública simplesmente para gerar publicidade negativa.

O pedido de Karipidis para revogar a autorização de citação do processo foi "uma tentativa transparente de promover a sua campanha" contra Marinakis.

Ari Harow, antigo assessor do Primeiro-Ministro israelita Benjamin Netanyahu, é também arguido, com Marinakis a alegar que Harow facilitou pagamentos para apoiar a alegada campanha de difamação.

O seu advogado Ali Sinai afirmou, em documentos judiciais, que o processo contra Harow também deveria ser arquivado.